Pesquisar este blog

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A ARTE E SUAS CONSEQUÊNCIAS

Estava lendo, agora pouco o blog da Roseana Murray,  e hoje, mencionando Marco Lucchesi, ela fala da importância  que a Arte pode ter na vida das pessoas, pricipalmente na de um presidiário. Defende a importancia de uma biblioteca neste lugar pois como diz: "Uma biblioteca na prisão pode fazer germinar milhares de sementes"
 Resolvi mencioná-la aqui no blog, não pela questão 'Presos',  mas pela questão ARTE. Estou absolutamente fascinada com a importância e grandiosidade que Ela (a arte) tem trazido a mim. 
Estive ouvindo durante o dia a música "Não vá ainda", de Chistiaan Oyens e Zélia Ducan (voz: Simone e Zélia Ducan). Embora já conhecesse as cantoras não conhecia a música e fiquei maravilhada com a melodia, com a harmonia e tudo o mais essa música comporta. Estou sobre o efeito da Letra...   "O que você quer?"  "O Que você sabe?"  "Não é fácil pra mim..." "Onde você vai?"  "Como você pode!? "

Letra maravilhosa e vozes também, o que me faz, mais uma vez, concordar com a Roseana quando ela diz que  "a arte nos devolve o que temos de melhor dentro de nós". 
Estou postando aqui em baixo a letra e o vídeo da Música, espero que se encantem, assim como eu me encantei. 
Abraços






Não Vá Ainda



O que você quer?
O que você sabe?
Não é fácil prá mim
Meu fogo também me arde
Às vezes
Me vejo tão triste...
Onde você vai?
Não é tão simples assim
Porque às vezes
Meu coração não responde
Só se esconde e dói...
Por favor não vá ainda
Espera anoitecer
A noite é linda
Me espera adormecer
Não vá ainda
Não, não vá ainda...
Me diga como você pode
Viver indo embora
Sem se despedaçar
Por favor me diga agora
Ou será!
Que você nem quer perceber?
Talvez você
Seja feliz sem saber...
Por favor não vá ainda
Espera anoitecer
A noite é linda
Me espera adormecer
Não vá ainda
Não, não vá ainda...
Por favor não vá ainda
Espera anoitecer
A noite é linda
Me espera adormecer
Não vá ainda
Espera anoitecer...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

DESCOBRIMENTOS

Estava voltando da rua. Andava normalmente ( apressada) para chegar em casa. Mas estava feliz! Muito feliz! Tão feliz que de repente meu deu vontade de pular. "Coisa mais estranha!" Pensei. É um pouco estrando sair por ai pulando, ainda  mais na minha idade!
Não pulei... Segurei o pulo até chegar em casa e quando lá cheguei, a tristeza veio comigo e com ela o terrível pensamento de que eu estava regredindo.
Durante alguns minutos - horas- esse questionamento habitou minha mente. Até que me dei conta de que não era eu que sentia vontade de pular, mas sim a criança que existe dentro de mim.
Em fração de sgundos várias imagens passaram pela minha mente e só então pude perceber por que eu era tão compreensiva com as coisas que me aconteciam.
As imagens diziam mais ou menos assim:
-Tu sentas em frete ao computador porque precisas, mas a criança que carregas  senta por paixão;
- Andas em um ônibus lotado por necessidade mas a criança dentro  ti  o faz por diversão;
- Vais ao trabalho para receber no fim do mês... A criança ai dentro, vai por realização.
Você vive para dar vida à sua criança e ela vive para não deixar que morras sufocada pelas responsabilidades seriamente distorcidas do mundo adulto.
Depois dessa maravilhosa mensagem, chegou minha hora. Eu precisava sair. Estava na hora do ônibus e eu estava atrasada. fui andando em direçao à parada de ônibus  quando de repente aquela vontade de pular voltou.
Olhei para o ladao...Agumas pessoas andavam na rua, mas eu nãoi liguei. Respeitei o desejo que a minha criança havia manifestado. Fui dando pulinhos até chegar em meu destino (o ponto de ônibus).
Eu estava mais contente do que antes e agora nutria também a esperança de que aquelas pessoas que me olhavam com olhares de espanto, um dia pudessem encontrar as crianças que provavelmente estão perdidas dentro de si.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

QUAL É A TUA OBRA?

Estava lendo o comentário da colega Bruna e a mesma colocava que muito se tem falado sobre reconhecimento, conhecimento... Essas coisas ligadas a nós, que vivemos tentando decifrar e achei interessante compartilhar com vocês as inquietações que me foram provocadas pela leitura que fiz, do livro QUAL É A TUA OBRA? de Mario Sergio Cortella.
Muitas coisas me chamaram a atenção, mas em especial a questão do trabalho pois segundo o autor, nós só nos satisfazemos quando nos reconhecemos naquilo que fazemos...E ai?
Será que nós, que estamos tão preocupados em decifrar quem somos, estamos realmente nos vendo nas obras que estamos realizando? É um ponto a se pensar.
Quando conseguimos nos enxergar nos resultados de nossas obras, estamos caminhando para a criação de nossa identidade e consequentemente nos reconhecendo e conhecendo. Estamos nos mostrando para o mundo e dizendo estamos aqui e estamos dispostos a aprender.
Parece bobagem, mas não é! Comece a observar o resultado das coisas que você anda fazendo, elas certamente te mostrarão quais sãos as suas crenças, seus valores, ideais... 
Não! Não trate essa postagem como algo tipo auto-ajuda, trate como possibilidade de reflexão. Já que estamos todos pensando sobre inquietações que nos levam a busca do entendimeto de nós, por que não começarmos pelas atitudes que se tornam resultados nós? Nossas Obras?!

Boas inquietações pra vocês.